Vida. Caos. Contingências. Ausência de controle total. Mas ainda assim, possibilidade de algumas escolhas. Dispostas como cartas sobre a mesa. Surpresa. As vezes, sai o Bobo. Outras, o coringa. Mas em todas, algo que se aproveita das sensações que se descolam das imagens abissais. Uma vida que não se limita à superfície, nem ao horizonte provável, mas tão somente ao eterno. Maquinarias estranhas que movimentam desejos de corpos ávidos por vontade. Ávidos por uma boa razão que os permita estar em uma vida que não parece se importar com eles. Se olharmos para os céus, as terras e mares, veremos que somos pequenos demais para que mesmo um grão de poeira se importe conosco. Mas mesmo assim, nos importamos. E no fim, tentamos vencer, mesmo sabendo que a guerra é perdida. Talvez porque no combate exista uma fagulha solta que rasga para além dos universos conhecidos. Ainda quero crer que há uma pele sensual por baixo dessa roupa de palhaço.
ausência de pedra III
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Experiência-teste sobre ausência de pedra em animação.
Aguarando para repetir a experiência com pedras de uma montanha, ou de um
rio, ou de um deserto. Que...
2 horas atrás

1 comentários:
Corpos falantes...
Bom fds.
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