Por pouco tempo pode durar a minha vida. Que importa então? Não posso viver com medo. Não o quero. Ainda me restam forças para contemplar derradeiros desejos. Não quero saber quando nem como; meu corpo me dirá quando de minha partida. Até lá, quero a vida, quero viver. E que todo o mais - medo, dor, tristeza e desespero - partam para longe; não tenho tempo a perder e cada segundo conta. Quero amar e ser amado como se fosse o último dia da minha existência. Quero a luz e a alegria de e para todos os que me cercam. Amo meus amigos, família, professores. Amo cada indigente na rua, cada partícula de poeira, cada pássaro no céu, cada entardecer. O que sei, é que amo, e por isso sou amado pelo mundo. Se você está lendo isso, saiba que te amo.
Viva a Vida!
Viva a Vida!

2 comentários:
És, foi, sempre serás amado.
Um beijo no teu coração.
Da tua amada de sempre.
Idalina
Amar e ser amado, um dom e uma maldição, gosto dos que se entregam aos prazers/malefícios deste tenebroso/deleitoso nome.
Um abraço.
Postar um comentário