"Então, pintei de azul os meus sapatos
por não poder de azul pintar as ruas,
depois, vesti meus gestos insensatos
e colori as minhas mãos e as tuas,
Para extinguir em nós o azul ausente
e aprisionar no azul as coisas gratas,
enfim, nós derramamos simplesmente
azul sobre os vestidos e as gravatas.
E afogados em nós, nem nos lembramos
que no excesso que havia em nosso espaço
pudesse haver de azul também cansaço.
E perdidos de azul nos contemplamos
e vimos que entre nós nascia um sul
vertiginosamente azul. Azul. "
(Poema lindo enviado pela Cacá, minha grande amiga se Santa Catarina.
Cacá, te adoro, meu oceano de amor
bjs)

1 comentários:
Sou de uma terra entre lutas seculares entre o Azul e o encarnado (vermelho), sempre fui um cara rubro, o vermelho preenche minhas paixões, minhas fantasias e até meus delírios. Sou na verdade uma pessoa precisada de Azul!
Lindo Cacá, parabéns pela poesia.
Adoro seu Blog Sr. stahl!
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