<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893</atom:id><lastBuildDate>Fri, 04 Dec 2009 15:41:38 +0000</lastBuildDate><title>Corpo-conceito; distenções epidérmicas</title><description>Rolnik fala do "Corpo vibrátil". Artaud, do "Corpo sem órgãos". De que corpo falo eu?</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/</link><managingEditor>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>82</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-5151211564797230243</guid><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 15:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-04T07:41:38.892-08:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="color:#ff6600;"&gt;Ao fim anunciado, como a onda que sabe que, na praia, vai quebrar.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-5151211564797230243?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/12/ao-fim-anunciado-como-onda-que-sabe-que.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-4052095730699443814</guid><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 15:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-04T07:39:57.794-08:00</atom:updated><title>Intolerâncias silenciosas</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Silêncio machuca. Mediocridade ou domínio intelectual não justificam infantilidade ou intolerância para os que trabalham apaixonados, buscando uma acese que se faça intensa mas não consuma a carne e o corpo sutil que a reveste. Não há lágrimas pelo doente que não quer se curar, já que ama sua infantilidade e se orgulha de sua própria teimosia. Asnos, burros e jumentos também sabem empacar, mas ao menos se dão ao luxo de zurrar.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-4052095730699443814?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/12/intolerancias-silenciosas.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-4178071813620586517</guid><pubDate>Fri, 04 Dec 2009 11:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-04T03:51:17.169-08:00</atom:updated><title>Silentia Finitas</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sxj3pr5QuJI/AAAAAAAAAMw/BMwA1HzGP8A/s1600-h/cicles.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5411347247815243922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 304px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sxj3pr5QuJI/AAAAAAAAAMw/BMwA1HzGP8A/s400/cicles.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O silêncio fere, por mais justificado que seja. O tempo de cada um urge, frente às necessidades que a vida contingente expõe diante dos corpos que se cansam. Descaso com a dor do outro desgasta uma mente acostumada a franqueza. Humores nefastos transitam sobre a pele, entre idas e vindas de palavras que se fazem absolutamente desnecessárias. Temperamentalidades retiram o sal de uma relação antes apimentada por franqueza e cuidados. Persistir em um lugar onde se depositou amor e não se é amado é um erro estúpido. Partir do velho deserto já sem vida e repleto de sal pode ser uma opção que salva a carne, a dignidade e a potência do próprio desejo. As despedidas podem ser longas, as partidas podem ser rápidas. Tanto melhor se assim for quando já se está pronto para todos os possíveis desde o início. Se houver tempestade de areia que venha varrer ao todo construído entre dois, não se chora: se há paixão, ela ergue novas montanhas. Senão, se segue a peregrinação em busca de corpos que friccionem uns junto aos outros não somente por prazer, mas por mais vida. Atrelar ressentimentos e mágoas é ferida que se aprofunda caso se persista num território falido. Melhor deixar de vez: de boas intenções o inferno já está cheio, e em vistas disso, mesmo os demônios podem ser mais honestos do que uma língua que mente a sua paixão...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-4178071813620586517?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/12/silentia-finitas.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sxj3pr5QuJI/AAAAAAAAAMw/BMwA1HzGP8A/s72-c/cicles.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-6189103190906338281</guid><pubDate>Wed, 02 Dec 2009 14:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-02T06:53:01.574-08:00</atom:updated><title>M.A.T.I.L.H.A.</title><description>&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;M, de Movimento:&lt;/em&gt; movimentação, fluxo, desejo, intensidade, deslocamento, aloucamento, loucura controlada, descontrole enlouquecido, imprevisibilidade, virtualidade, atualização, ação, ...são. Insano. Sano. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;A, de Apaixonado:&lt;/em&gt; Paixão, frenesi, encontro, caminho, poesia, florescência, abertura, porosidade, cântico ovariano, murmúrio phalocraciano, amplitude secretante, fluidez orgânica. Amorfati&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;T, de Trabalho:&lt;/em&gt; demanda, busca, peregrinação, pesquisa, caminhada, diletantismo, capricho, intenção, massa matérica, transformação intensa, revolução extensa. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;I, de Incansável:&lt;/em&gt; persistência, existência, devir, superação do cansaço, transposição do obstáculo, transcendência do esgotamento do corpo, insistência, convulsão, agonia, êxtase, pequena morte, imensa vida. Grande saúde, mesmo no desgaste do corpo. Ignorar as demandas do corpo em detrimento de algo mais intenso e desejo maior.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;L, de Liberação:&lt;/em&gt; fluidez, aquosidade, liquefação, movimento centrípeto, crescimento interno, explosão externa, vida eterna, labor corrente, corrimento pluvial, queda para o céu, descida ao inferno gozoso de toda dor e todo amor, ardor. Gôzo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;H, de Humor:&lt;/em&gt; alegria, contaminação, onda, intensidade gozosa, constituição gregária, descontrução unitária, movimentação micropolítica, riso frenético, pranto convulsivo, alívio ao coração, suporte ao corpo, força ao delírio, elogio da loucura, captação da sanidade, brincadeira, devir-infantil, devir-animal; sorriso que mostra descontração ou apresenta os caninos à ameaça.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;em&gt;A, de Arte: &lt;/em&gt;Arte: produção, laceração, corporificação, simulacro, preservação da sensação, imanência pura, existência profana, desvirtuamento moral, &lt;em&gt;éthos &lt;/em&gt;pessoal, amor, paixão, ânsia, cor, forma, conceito, corpo sensual e sexual, máscara, palavras por sangue, cânticos por órgãos, descompromisso com a hora da morte, compromisso com o tempo de viver. Chama eterna, eternamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-6189103190906338281?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/12/matilha.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-6950771903575553144</guid><pubDate>Tue, 01 Dec 2009 02:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-30T18:37:34.157-08:00</atom:updated><title>Gaveta dos Idos tempos</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxSAuvu6H8I/AAAAAAAAAMo/Nbv7NXh5yaE/s1600/DSC_1291.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410090592954359746" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxSAuvu6H8I/AAAAAAAAAMo/Nbv7NXh5yaE/s400/DSC_1291.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxSAuS6R1JI/AAAAAAAAAMg/w8sT2wODCLw/s1600/DSC_1286.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5410090585217422482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 348px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxSAuS6R1JI/AAAAAAAAAMg/w8sT2wODCLw/s400/DSC_1286.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Gaveta de madeira, tinta acrílica,relógio antigo, cartas recebidas, porta-retratos de 1,99, raízes pintadas de nankim vermelho, vela de cera, lupa de vidro e planta natural. 2009. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;(Imagem e execução do trabalho de cassiano stahl. proibida reprodução, salvo autorização do autor.)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-6950771903575553144?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/gaveta-dos-idos-tempos.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxSAuvu6H8I/AAAAAAAAAMo/Nbv7NXh5yaE/s72-c/DSC_1291.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-8885237001472512643</guid><pubDate>Sat, 28 Nov 2009 22:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-28T14:51:02.347-08:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxGoW0OLXXI/AAAAAAAAAMY/ykUrdska2ks/s1600/supernova.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5409289737377373554" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 282px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxGoW0OLXXI/AAAAAAAAAMY/ykUrdska2ks/s400/supernova.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pour mon petit amour, Mayra:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ton étoile, pour tout mon corps&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;encore&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Baisers d'amour&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Titre: Supernova constelaris&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;aguada em nankin&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;(imagem de Cassiano Stahl. Proibida a reprodução, salvo autorização do autor.)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-8885237001472512643?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/pour-mon-petit-amour-mayra-ton-etoile.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxGoW0OLXXI/AAAAAAAAAMY/ykUrdska2ks/s72-c/supernova.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-2660898968888353319</guid><pubDate>Fri, 27 Nov 2009 17:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-27T13:13:31.134-08:00</atom:updated><title>Contingências da partida</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxA_n4erx9I/AAAAAAAAAMQ/swPp846w3Zs/s1600/leCiel.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408893106880497618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 285px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxA_n4erx9I/AAAAAAAAAMQ/swPp846w3Zs/s400/leCiel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Acontecimentos, acasos, encontros, contingências. Eu certamente preferiria dizer "&lt;strong&gt;você &lt;/strong&gt;me machucou", mas não, não foi você, fui eu. No fim é sempre a gente que se machuca sem perceber, que se enreda no tronco e acende com a língua idiota a fogueira e põe tudo a perder. Me seguro agora com o coração totalmente desencantado, choroso e entristecido porque chegou o tempo da partida, chegou a hora de ir embora. Me sinto de novo pássaro que antes aprendeu a bater asas e agora tem de voar, de vez. Vou cair nos espinhos, vou bater a cara na terra, vou chafurdar na lama funda, mas vou secar, vou abrir as asas de novo e no fim vou voar. Nem sei pra onde, tu sabes, eu sei. Tenho de ir, pára, não chora, não te zanga, não me odeia. Fui eu que fiz isso, fui eu que queimei, fui eu que enchi o lugar e esqueci de deixar espaço pro teu corpo, pro teu coração bater. Vai, vem, não foge, não vai embora antes de mim. Não quero ter de sair por último e apagar a luz, vou ficar sozinho no escuro. Sabes que enfrento o medo, mas por que provocá-lo justo agora? É logo, é logo; logo é. Vai longe, vem perto. Mas fala mais, ainda quero ouvir, tem tanto ainda no oceano dos teus olhos e eu ainda perdido na bóia sem coragem de bater as pernas e nadar sozinho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Voa, voa, pequenino &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;passarinho sem destino &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;segue rápido!Já vem vindo &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;a noite escura no caminho &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;De manhã, logo cedinho&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;te murmura o Alvorescer: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;"é hora de sair do ninho;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;está na hora de morrer."&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(ilustração de Cassiano Stahl. Proibida reprodução, salvo autorização do autor).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-2660898968888353319?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/contingencias-da-partida.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SxA_n4erx9I/AAAAAAAAAMQ/swPp846w3Zs/s72-c/leCiel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-6809028514657562362</guid><pubDate>Fri, 27 Nov 2009 05:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-27T13:19:04.864-08:00</atom:updated><title>Eterno Retorno (para o Sr. Y)</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sw9l0Qe3XWI/AAAAAAAAAMI/M-ks-EkHecs/s1600/irae.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5408653625947282786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 256px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sw9l0Qe3XWI/AAAAAAAAAMI/M-ks-EkHecs/s400/irae.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Se um dia tomares em tuas mãos o livro verde - verdejante - daquele que mais amou a vida e quebrou a cara entre montanhas, vais achar em alguma página uma citação de que tudo retorna. Eterno Retorno. Fato é. Fado é. Amorfati. Destino de amores insalubres, porém os mais gostosos. Delícias que embriagam numa noite de um bar imaginário e encontro de sonhos virtuais. Se olhastes os pelos, eu ainda lembro as lágrimas, e guardo-as em vidro de cristal para tentar eternizar as coisas do indizível. Para que trabalhar com sangue? Lágrimas vem direto da alma. Feitiços e magias mais fortes se fazem mais potentes com elas. Corações apaixonados também vertem lágrimas copiosas por aquilo que retorna, mas sempre diferente. Incompletude apaixonada pelo rubro-escarlate que deixastes em minhas mãos e que termino sempre por acariciar toda noite. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sabes, sou peregrino. Nunca paro em um único lugar. As vezes fico sem enviar cartas. Mas no fim, como o diria Nietzsche, sempre retorno. Diferente, mas ainda único. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Agora viajo aqui, parado nas luzes de uma tela onde caminham meus dedos insones. Não bebo, mas hoje bebi. Fiz a saude de alguma coisa que foi, partiu e que voltou, diferente. Ando terra, talvez demais; quero água pra me esbaldar... Sinto falta do choro convulsivo e aliviador. Sinto falta da pequenez e da fragilidade. Mas agora a vida me veste de armadura, me coloca no lombo do jumento e orgulhosa só me diz "vai". Pra que? As vezes tudo parece tão sem sentido... mas no fim sempre dá certo. Então monto no burro, dou uma espinhada no lombo dele, que zurra cretino e teimoso, mas vai, vai seguindo. E bem assim vou, quixotesco, enfrentando ora moinhos velhos, ora dragões terríveis. Um ou outro, tanto faz; dão trabalho no mesmo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Vou me alimentando no caminho dos verbos escarlates colocados em postas sobre bandeija de prata. Quando ler alguém dá fome. Quando ler alguém e ver que se é motivo de desejo não sacia mais, mas aumenta a vontade. Vontade de Potência. Vontade de viver. Tudo, tudo, tudo. Dos pelos, da pele, da carne, dos nervos, dos fluídos. Da delícia do corpo que arrepia e dos olhos que choram de paixão.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Amo tanto, parece que não vai caber tudo aqui...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sou peregrino. Mas sempre retorno, algum dia...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-6809028514657562362?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/eterno-retorno-para-o-sr-y.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sw9l0Qe3XWI/AAAAAAAAAMI/M-ks-EkHecs/s72-c/irae.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-8978665690901278612</guid><pubDate>Mon, 16 Nov 2009 01:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-17T17:06:14.110-08:00</atom:updated><title>Corporescer</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SwCp9vBRzqI/AAAAAAAAAMA/t6-GMFxnqCU/s1600-h/chorar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5404506430903537314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 294px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SwCp9vBRzqI/AAAAAAAAAMA/t6-GMFxnqCU/s400/chorar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Hoje acordei um pouco entristecido. Talvez efeito de coisas que se descortinam com o desenrolar dos dias, com o que se dá a conhecer gradativamente, no acontecimento de uma vida. Eu me entristeci e chorei levemente, por um luto imaginário, pelas coisas do mundo, que vêm e que vão. Eu me entristeci porque compreendi que a vida não é controlável. Que nada realmente podemos prever. Eu me entristeci porque entendi a necessidade de velhos hábitos partirem, nos deixarem, para que assim, se possa viver uma vida mais plena, mais possível. Eu me entristeci porque existe muito mais além de nossa própria dor. Eu me entristeci porque, no fundo, não quero estar só, quero pedir ao meu mundo, a minha vida, "não me deixe, não vá embora." Mas um dia tudo acaba, tudo vai embora, tudo parte. Eu me entristeci porque entendo que devo crescer. Eu me entristeci porque entendo que devo me juntar, sair da diluição, deixar o pequeno isopor a que me seguro no meio do oceano ir embora, e começar a nadar. Me entristeci porque ainda não sei nadar, e só vou saber no dia em que meus pés começarem a se debater sobre a água e minha respiração se acelerar junto aos batimentos dos meus braços, numa irresistível vontade de viver. Deixar isso explodir, nadar, ser forte até o fim, mesmo que já quase sem forças. Não importa. Tudo acaba, no fim, mas deixa restos de matéria que servirão para construir novos possíveis. Eu sou, eu fui, agora venho sendo. Infinitamente, eternamente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"   style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Dança comigo junto a estas estrelas?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-8978665690901278612?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/corporescer.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SwCp9vBRzqI/AAAAAAAAAMA/t6-GMFxnqCU/s72-c/chorar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-8226103646103173554</guid><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-11T06:37:55.850-08:00</atom:updated><title>Pequenos insones</title><description>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Sempre tive medo de armas brancas. Facas afiadas furam e cortam ao mesmo tempo. A lembrança de pequenas feridas anteriores faz desejar não saber como é uma deste tipo. E faz pensar que a "verdadade" é um instrumento de furo e corte.&lt;/span&gt; Nem sempre eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Lá fora já ouço os pássaros cantarem, anunciando a manhã. Não ouso olhar a hora no relógio; só sei que minha cara vai estar uma droga amanhã. Desconcertado, como um relógio antigo desmontado sobre a mesa, onde cada peça está disposta a distância milimétrica uma da outra, por ordem de tamanho. Meu analista é um relojoeiro. Eu, peças dispostas em um divã. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;***&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Não sei o que vem depois. Acho que nada. Mas a palavra quando arte, também conserva. Será que eu poderia viver eternamente como uma palavra? A palavra não morre, não importa a língua. Palavras muito restritas fenecem, mas ainda persistem em escritos conservados. E mesmo que sumam, suas raízes ainda persistem nas palavras novas que advém delas, suas filhas e netas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Deve ser estranho - seria estranho, penso - quando me "falassem" e eu imagino que poderia sentir o ar sair das dos pulmões e reverberar nas cordas vocais, o cheiro e a vibração do palato mole ao soar minhas letras. O odor da comida e das secreções do corpo perfumariam minha forma etérea. O perfume do hálito melado de carne, fluídos e ar. Há gosto de metal na minha boca. &lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;Cobre&lt;/span&gt;, descubro. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Cheiro de uma pequena morte a caminho, como tempestade a chegar.&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt; Chumbo&lt;/span&gt;. E acordaria, espreguiçando-me numa consciência criada sobre palavras de amor, ou subitamente, como de um pesadelo nas vozes do ódio. A vida das palavras também não deve ser fácil...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-8226103646103173554?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/pequenos-insones.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-558028548948943867</guid><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 14:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-11T06:21:18.321-08:00</atom:updated><title>Du Désir, by Gaiman</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SvrIVYPIfgI/AAAAAAAAAL4/CrlxsjqxzUI/s1600-h/deuses-americanos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 288px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SvrIVYPIfgI/AAAAAAAAAL4/CrlxsjqxzUI/s400/deuses-americanos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402850972593061378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;      "Então, o que é que eu quero&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;? perguntou-se. Ele não conseguia responder, por isso apenas continuou andando devagar, entrando cada vez mais fundo na floresta. As árvores pareciam familiares, momentos de paisagens pareciam perfeitos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;déja vu. &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Será que estava andando em círculos? Talvez ele fosse só andar, e andar até que os esquentadores e os doces acabassem, e, então, se sentaria no chão e nunca mais levantaria."&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;(Trecho do livro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;"Deuses Americanos, &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 102);"&gt;de Neil Gaiman. p. 128, Conrad Livros editora).&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-558028548948943867?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/du-desir-by-gaiman.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SvrIVYPIfgI/AAAAAAAAAL4/CrlxsjqxzUI/s72-c/deuses-americanos.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-1140492407899717436</guid><pubDate>Sun, 08 Nov 2009 05:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-07T21:11:39.239-08:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Ele só me disse, no auge da sua sofreguidão pela abstinência por um cigarro: "eu acho que você vai se dar muito bem... não sei, eu sinto isso dentro de mim..."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Talvez ele nunca saiba o quanto essas palavras tão simples foram importantes naquele momento...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;ali, reencontrei mais um respiro para seguir adiante. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;obrigado... &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;tudo vai dar certo...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;C.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-1140492407899717436?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/ele-so-me-disse-no-auge-da-sua.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-2889393987093043793</guid><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 17:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-07T12:27:15.026-08:00</atom:updated><title>Splein de verão...</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SvXXETwHHDI/AAAAAAAAALQ/3jl_EAfoLbc/s1600-h/Je_et_Moi.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401459797122292786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 327px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SvXXETwHHDI/AAAAAAAAALQ/3jl_EAfoLbc/s400/Je_et_Moi.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Cansaço. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;A correria do cotidiano, aliado ao calor desmesurado e abafado da cidade, me deixam o corpo mole. Meu corpo todo malemolente pede uma cama, grita por travesseiros, frio e cobertores pesados. Ao invés disso, os céus se resolvem emburrar e fechar em nuvens cinzas, de beiço com os pobres mortais caminhando sobre a laje quente. Como numa estufa de flores murchas, meu corpo sua intensamente, destilando água, proteína e fel que amaldiçoa esses dias de bafo úmido. Faz acreditar que o inferno não está abaixo, mas aqui mesmo, na superfície - isso, claro, se eu acreditasse em inferno. (Pensando bem, posso passar a acreditar, se sobreviver a este verão com algum conforto...)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Minha cabeça fica pesada, as pernas finas e brancas como leite amolecem. Creme-de-homem-de leite... Minha acompanhante constante, a neurose obsessiva, resolve aparecer para dar um alô e repetir incessantes vezes na cabeça tal um disco arranhando: "isso deve ser alguma doença mais grave..." Penso em ir ao médico (de novo). Penso em muitas coisas, no passado, no futuro. Mas o único lugar onde estou, óbviamente, é no aqui e no agora. Quente demais, sempre resolvo voltar aos dias de inverno rigoroso de minha terra, onde acordávamos de manhã cedo, eu e meu irmão, estupefatos porque o matagal ao lado de casa estava branco como um manto de algodão. Imaculado gelo. Antes de ir para a aula, passávamos no matinho, a brincar naquela superfície lunar. Amávamos outros mundos, nunca apenas os nossos. Oh, tolo ressentimento pelo que se foi. As vezes, neuróticos como eu se agarram a seus sinthomas como se estes fossem tesouros preciosos. Deixar ir é sempre a parte mais difícil, em tudo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;A última grande nevasca que tivemos por lá foi em 1994, dois anos depois do falecimento de minha amada avó. Começou no final da tarde, quando eu e minha mãe havíamos ido buscar o velho fusca branco na oficina. Aproveitamos para levar um pequeno cãozinho da mascote do lugar, que havia dado a luz alguns meses antes. Enrolamos ele em um manto de pelúcia macia, enfiei-o dentro do casaco e entramos no carro. Umas coisas estranhas, branquinhas e pequenas começaram a cair do céu - eram cinco horas da tarde, exatamente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;As nuvens estavam escuras, o frio era seco e chegava a doer nas faces. Nada aquecia. E aquilo não parou mais de cair, como se fosse algodão do céu. As nuvens haviam sido passadas em algum triturador, e aqueles pedacinhos eram suas lindas lascas de sutileza. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Aquele evento não parou até a manhã seguinte. Seguindo pela noite, os flocos de neve caíam como pequenas estrelas do céu, e com a paciência que é pertinente da natureza, foram lentamente se acumulando. Deixei a as persianas abertas durante a noite, apenas para, entre um acordar e dormir, ver se eles ainda estavam lá, se aquela neve toda era real. E eu lembro de olhar pelos vidros, meio entorpecido, e antes de voltar a dormir, sorria: era feliz.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Ao acordar pela manhã, que surpresa! Abri a janela, enrolado no cobertor, e tudo era imaculadamente branco! Um mundo de silêncio; nenhum pássaro cantava, nenhuma palavra se ouvia, nenhum carro passando, nada. Somente aquela colcha branca e fofa de neve que cobria cada rua, cada fresta, cada pequeno telhado das casas. Mesmo o céu era completamente alvo, confundido e apagando a existência de qualquer linha que pudesse definir o horizonte. Foram mais de cinco centímetros de neve, beleza e silêncio...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;E depois volto no tempo e lembro da primavera, em um único dia onde me senti confortável e feliz ao calor: junto da pedra e a cerquinha do nada, no meio de um matagal verde-intenso, salpicado - sarapintado, como diria Roland Barthes - de pontos amarelos: minhas amadas flores de dente-de-leão, onde, mais tarde, as&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt; veria descritas com maestria e doçura no livro de Ray Bradbury, "O Vinho da Alegria". &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Mesmo o que não volta, se reatualiza em um momento que ilumina o coração, como a luz dourada do sol engarrafado, como belamente ele descreveu  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Hoje, em meio a chuva, neuroses e medos, me senti um tanto solar. Engoli luz, e agora tudo em mim é brilho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;C.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;(A foto é de família. Mostra a mim com cerca de 5 anos).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-2889393987093043793?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/11/splein-de-verao.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SvXXETwHHDI/AAAAAAAAALQ/3jl_EAfoLbc/s72-c/Je_et_Moi.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-5375915042108912076</guid><pubDate>Sun, 01 Nov 2009 03:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-01T06:20:04.451-08:00</atom:updated><title>Devir animal e vegetal, (ou, quando, no verde, segui sendo...)</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Su2ZB7OZl7I/AAAAAAAAALI/oz7TLBGxEG8/s1600-h/nu67RAZJ1r1V.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; DISPLAY: block; HEIGHT: 400px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5399139786644101042" border="0" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Su2ZB7OZl7I/AAAAAAAAALI/oz7TLBGxEG8/s400/nu67RAZJ1r1V.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Era 1h30min da manhã. Insone. Uma angústia de não sei o que me atravessava - espada cravada nas entranhas. Andando pela minha casa, buscando algo a fazer para aplacar um corpo cansando demais até para descansar. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Amo as manhãs, o nascer de um sol dourado em um céu verde-água. Mas amo-a para me manter adormecido; é como estar aninhado em nuvens e coberto com lençóis de luz. Para viver, prefiro o fim de tarde e a noite. Ser vespertino, tenho a sorte de ainda poder ouvir, desta terra, o barulho de grilos e o farfalhar de folhas ao vento. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Mas a noite escura me chamava, a luz artificial do poste incomodava e eu queria algo mais fundo. Entrei em alguma forma de devir-animal, onde apenas queria me aninhar em uma toca escura, como uma raposa cava sua toca entre as raízes da árvore centenária. Ao fundo da terra, há um mundo mais fresco. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Saí para fora de minha casa, dessa pele a que Hündertwasser tinha tanto estudado. Me despi mais uma vez, dessa vez das roupas. Ao lado de minha casa há um terreno baldio. Era noite, a lua era cheia, eu era ensandecido e sabia que não haveria viva alma nessa terra de pequenices. Desci as escadas onde tantas vezes caí e me ergui na infância, passei pela calçada da frente de casa e entrei no pequeno matagal que há ao lado de minha morada. As folhas estavam muito verdes, cheias, alimentadas por sol, chuva em abundância e temperatura adequada. Estavam plenas em suas existências breves, prontas para uma vida que, mesmo se sabendo curta, seria intensa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Caminhei num passo lento, cerimonial, como se estivesse entrando em terras desconhecidas, tentando, desnudo, dizer que vinha em paz, que me recebecem, por gentileza. Um vento mais forte soprou, as folhas roçaram de novo, eu tomei aquilo em meu coração como um "entra". E fiquei um tempo ali, parado, meio bobo, meio estúpido, pensando em minha pequena loucura que tanto bem me fazia, que tanto contemplava o que desejava em meu mar de verde esmeralda e flores em botão. E resolvi que me deitaria, ali mesmo, esperando um pouco do abraço do pequeno pedaço de terra entre a casa de madeira e a de concreto. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Ah... a Gaya é mãe generosa que tira mas também dá. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Senti na minha boca gosto de erva cidreira e açúcar. Havia no ar um cheiro muito suave de flores diversas, ao qual eu poderia imaginar de acordo com os acordes de cada odor. Eu via em minha mente pequenas cores brilharem como estrelas, e uma abóboda constelar se formara sobre mim, enquanto a lua cheia, grávida e plena, iluminava minha pele, deixando-a mais pálida do que já é. Pequenas abelhas suplicantes pousaram sobre meus mamilos róseos, e não temi ser atacado ou ferido. Ao contrário, sentia-as baterem asas sobre os mesmos, me causando uma sensação um tanto erótica, quase me levando a um êxtase de outra forma que o sexual. E então sorri, feliz, porque os pequenos vagalumes que habitavam as dobras das palmas saíram de seus esconderijos para brilhar numa noite que se fez festa com abelhas e sapos coaxando, enquanto grilos entoavam cantos de sedução e abelhas me beijavam o peito como flor, extraíndo um mel de gôzo, talvez mais doce que seu mel dourado. Eu era um alimento sagrado, recheado de dourado do sol e polvilhado pela prata da Lua. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;O vento passava sobre meu corpo nu, me beijando a pele, me acariciando o sexo e aliviando o cansaço da carne por um dia estafante, quente e incerto. Nesse momento, eu sabia que queria ser recebido pela terra. Parecia que a qualquer momento ela se curvaria para dentro, e devagar me engoliria para dentro de si, enquanto aquele regozijo continuaria lá fora, e meu sono eterno se consumaria entre as raízes e os restos do mundo. Eu seria apenas mais um estrato, mas também matéria de produção para tanto mais. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Foi ali que eu acreditei em imortalidade. Não da alma, nem da consciência, mas da vida e do desejo. Eu fui. Deixei de ser. Estou sendo novamente. Ah, minha loucura companheira, até o próximo uivo do coração descompassado me mergulhar no oceano da tristeza e incompreensão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Até lá, sigo. Como diria Mário Quintana, "o diabo, é deixar de viver!!".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;C. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-5375915042108912076?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/devir-animal-e-vegetal-ou-quando-no.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Su2ZB7OZl7I/AAAAAAAAALI/oz7TLBGxEG8/s72-c/nu67RAZJ1r1V.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-4567128769917985805</guid><pubDate>Thu, 29 Oct 2009 15:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-29T08:51:41.544-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sum5jA-2bII/AAAAAAAAALA/2m8H0_Np_9I/s1600-h/corpuscartographus2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398049639590423682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 274px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sum5jA-2bII/AAAAAAAAALA/2m8H0_Np_9I/s400/corpuscartographus2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;Mylord:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;Navego. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;A água se me apresenta disforme, informe, indefinível. Imprevisível. Penso que poderei aportar em alguma ilha. Mas relembro de golpe que estou em um mar de porcelana e gosto de vulcão. Não há rota possível. Não terei como manter uma linha reta, uma vez que a volição desejante produz uma dobra barroca que não se desvela tão facilmente. O coração se abre, uma língua em fogo se desdobra - &lt;em&gt;depliè. &lt;/em&gt;Se tento elaborar uma bússola, somente se esta for abstrata. Se desenha em uma pele que está salpicada de ilhas. Meu corpo se faz continente. Meus anseios se fazem contingência. Somente dois traçam uma rota no corpo um do outro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;Engraçado como a água é libidinosa; penetra frestas, encontra buracos e entradas. Quando sensibilizada, a terra insular apreende cada gesto, cada gota de um suor imaginário pelo amor que ondas fazem. Movimentos de ir e vir, ondulações da água como uma coluna vertebral ondulando-se sobre o corpo em sexo, desejo e frêmito. A espuma das águas flutuantes evocam um gozo marítimo em terras onde impera uma doçura em águas paradas. O vento leva gemidos, a areia carrega cristais de prazer. O vento canta. "Never is a promisse". Toujour avec moi. Toujour encore. En corps. Em corpo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;Ao contrário do que se pensa, a palavra nem sempre comunica nada. Enquanto esse objeto sem forma definida, somente toma consistência num beijo que não acontece mas se evidencia nas dobras finas de um tecido que decresce distâncias. Ergue sensaçãos tão súbitas e imensas quanto ondas. Mas que também tem a duração das mesmas. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;Quer saber a real função da arte?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;A arte conserva. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;Há um amor que se deseja conservar. Mas ondas partem do todo somente para fenecer...Não é a beleza da flor em si, diria Roland Barthes, mas o exato e decisivo momento em que esta irá fenecer e o doce momento em que a pétala irá cair. Mas essa breviedade se eterniza na sensação. A palavra nem sempre dá conta desse monumento que se ergue, da volição. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;E querubins barrocos ainda carregam guirlandas a bater asas delicadas para que ainda se conserve o ritmo da respiração que ouvirias se em meu continente pudesses ser o mar...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;Embraces...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#cc0000;"&gt;C.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;(Imagem de autoria de Cassiano Stahl. Todos os direitos reservados. Permitida reprodução, desde que citado o autor).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-4567128769917985805?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/mylord-navego.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Sum5jA-2bII/AAAAAAAAALA/2m8H0_Np_9I/s72-c/corpuscartographus2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-2098769781921159174</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 02:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T19:45:39.940-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="color:#000099;"&gt;Ai de mim, o que fazer se não me vem o sono? Se ainda me arde o corpo e se insinua de desejo meu coração? &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;- Maldito fragmento de carne...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-2098769781921159174?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/ai-de-mim-o-que-fazer-se-nao-me-vem-o.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-4388139236557305764</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 02:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T19:41:08.629-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Eu hoje abri as cartas de tarô. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Trespassaram-me três espadas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Girou o mundo numa roda.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Cantou Afrodite em sete taças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Dançou um louco pedindo graças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Restou apenas o coração - pobre Dioníso Yaco...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;E seu filho Pan, o encapetado...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;2 taças&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;e um pouco de vinho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;3 moedas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;e um bolso vazio. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;mas no fim, fiquei  com um Fauno &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;sem vergonha e de vara envergada&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;de cascos fendidos e face safada.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Ai de mim - quase morro!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Mas que sátiro malvado!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;Mandou Zéfiro me trazer&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000099;"&gt;só cerveja e pão cevado!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-4388139236557305764?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/eu-hoje-abri-as-cartas-de-taro.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-2738399365212090697</guid><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 01:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-27T18:35:58.248-07:00</atom:updated><title>Yves Klein</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Suef7-PRcII/AAAAAAAAAKw/AgpTgWS6r5c/s1600-h/yves-klein-le-saut-dans-le-vide.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397458531094982786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 293px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Suef7-PRcII/AAAAAAAAAKw/AgpTgWS6r5c/s400/yves-klein-le-saut-dans-le-vide.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Amar não pressupõe certezas. É um salto no vazio. Que não termina nunca de cair, e mesmo assim, nos assombra pelo medo de rachar a cara...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-2738399365212090697?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/yves-klein.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Suef7-PRcII/AAAAAAAAAKw/AgpTgWS6r5c/s72-c/yves-klein-le-saut-dans-le-vide.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-8935101586633606629</guid><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 14:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-26T07:04:38.828-07:00</atom:updated><title>SONETO DO DESMANTELO AZUL</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;"Então, pintei de azul os meus sapatos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;por não poder de azul pintar as ruas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;depois, vesti meus gestos insensatos &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;e colori as minhas mãos e as tuas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;Para extinguir em nós o azul ausente&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;e aprisionar no azul as coisas gratas,&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;enfim, nós derramamos simplesmente &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;azul sobre os vestidos e as gravatas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;E afogados em nós, nem nos lembramos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;que no excesso que havia em nosso espaço&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;pudesse haver de azul também cansaço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;E perdidos de azul nos contemplamos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;e vimos que entre nós nascia um sul&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;vertiginosamente azul. Azul. "&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(Poema lindo enviado pela Cacá, minha grande amiga se Santa Catarina. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Cacá, te adoro, meu oceano de amor&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;bjs)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-8935101586633606629?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/soneto-do-desmantelo-azul.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-9130300110437350253</guid><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 01:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T09:36:48.838-07:00</atom:updated><title>Para Ida querida...</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SuEPVINrBVI/AAAAAAAAAKo/z4EJP05NZB0/s1600-h/SUNP0033.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 365px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SuEPVINrBVI/AAAAAAAAAKo/z4EJP05NZB0/s400/SUNP0033.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395610684223063378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SuEPU_XsD4I/AAAAAAAAAKg/JfPr_wcB6K4/s1600-h/SUNP0038.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SuEPU_XsD4I/AAAAAAAAAKg/JfPr_wcB6K4/s400/SUNP0038.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395610681849155458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 0, 0);"&gt;Se pendula um coração descompassado ao ritmo do amor, tua face serena após o gozo e o prazer acham o centro que existe em um mundo fabular. És, foi e sempre serás amada, querida Ida...&lt;/span&gt; Sempre é bom estar contigo...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-9130300110437350253?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/se-pendula-um-coracao-descompassado-ao.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SuEPVINrBVI/AAAAAAAAAKo/z4EJP05NZB0/s72-c/SUNP0033.JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-1576850447725624862</guid><pubDate>Thu, 22 Oct 2009 03:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T09:38:20.341-07:00</atom:updated><title>Para meus amores...João, Márcio e Idalina</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SuCJYqrJn9I/AAAAAAAAAKY/2oB9-DlJobk/s1600-h/Klimt.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5395463410454994898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 303px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SuCJYqrJn9I/AAAAAAAAAKY/2oB9-DlJobk/s400/Klimt.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;O amor, (parafraseando Lygia Fagundes Teles), possui sua disciplina. Saint-Exupèry diria dos "ritos". Há ritos para o amor, este enquanto uma acese para o prazer. Eis sua liturgia:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Prepara os lençóis, que devem estar limpos e perfumados;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Constrói teu ninho entre a cama e teu corpo;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Lava tua carne, refresca tua pele, orna teus cabelos. Nada é mais doce do que o brilho ao olhar do amante;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Deixa frutas, doces e o que de mais aprazível ao paladar se puder oferecer; todo o gozo e toda a dor começaram com uma simples mordida em uma maçã;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Limpa tua boca, dentes e lábios; o beijo da morte as vezes pode ter melhor hálito;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Recebe teu amante como quem recebe ao Zéfiro gozador a fazer dançar as cortinas da janela;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Entrega-te ao beijo do teu desejante; singra e navega nas estrelas do céu de sua boca;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Que teus lábios passeiem sobre cada planície, vale ou desfiladeiro das terras de teu amor, não esquecendo de envolver os mais altos picos com o calor de teu hálito;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Ama com cada poro, célula e átomo de tua carne; um dia ela não mais estará aqui. O que levarás do outro na derradeira viagem?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;- Goza da pequena e gloriosa morte; até o último minuto, o suspiro do anseio satisfeito há de ecoar por todos os vales numa nau de seda e algodão;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Ao fim, nada há de mais doce do que jogar-se aos braços do amante após o prazer. Deixar-se tombar em seu peito como a pétala da rosa que fenece. Um dia, de volta da terra ela brotará, tão rubra e viva como será eterno o desejo do gozo. Tudo volta. Mesmo aquilo que se pensou não ter vivido. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Espraio-me agora nos braços de meu núbio. Ouço seu coração bater em ritmo certo, sua cabeça levemente tombada para o lado, como o galho da cerejeira tomba ao peso de suas flores; em lençóis de algodão ele se cobre, e escuto atento o ronronar de sua respiração compassada. Gozo novamente com a música de seus olhos fechados. Se atento me colocar, posso sentir um calor vigoroso emanar de sua pele, me aquecendo o espírito com uma fulgurância terna. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;O amor nos destrói, mas sempre faz nascer as mais belas poesias. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;Deste jardim florido onde me ponho em sonhos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:georgia;color:#000000;"&gt;C.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;(Para meu amante, João, que me propicia os mais plenos dias e as mais doces noites. Para Márcio, escrileitor , amigo e sensualista. E para a querida Idalina, erógena flor em terreno selvagem numa vida desperta).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-1576850447725624862?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/o-amor-parafraseando-lygia-fagundes.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/SuCJYqrJn9I/AAAAAAAAAKY/2oB9-DlJobk/s72-c/Klimt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-8140361671611462016</guid><pubDate>Sun, 18 Oct 2009 01:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-24T09:39:15.846-07:00</atom:updated><title>O tempo e o amor...</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:georgia;"&gt;Por pouco tempo pode durar a minha vida.  Que importa então? Não posso viver com medo. Não o quero. Ainda me restam forças para contemplar derradeiros desejos. Não quero saber quando nem como; meu corpo me dirá quando de minha partida. Até lá, quero a vida, quero viver. E que todo o mais - medo, dor, tristeza e desespero - partam para longe; não tenho tempo a perder e cada segundo conta. Quero amar e ser amado como se fosse o último dia da minha existência. Quero a luz e a alegria de e para todos os que me cercam. Amo meus amigos, família, professores. Amo cada indigente na rua, cada partícula de poeira, cada pássaro no céu, cada entardecer. O que sei, é que amo, e por isso sou amado pelo mundo. &lt;/span&gt;Se você está lendo isso, saiba que te amo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-family:georgia;"&gt;Viva a Vida!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-8140361671611462016?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/por-pouco-tempo-pode-durar-minha-vida.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-654127215801937176</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 17:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-09T10:03:28.426-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Ss9s1cV1yaI/AAAAAAAAAKQ/Ax7T3lPdWR8/s1600-h/abcedArio_cartaz%5B5%5Dverde.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 288px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Ss9s1cV1yaI/AAAAAAAAAKQ/Ax7T3lPdWR8/s400/abcedArio_cartaz%5B5%5Dverde.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390646944382437794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///G:/DOCUME%7E1/micro/CONFIG%7E1/Temp/moz-screenshot-3.jpg" alt="" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-654127215801937176?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/blog-post_09.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Ss9s1cV1yaI/AAAAAAAAAKQ/Ax7T3lPdWR8/s72-c/abcedArio_cartaz%5B5%5Dverde.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-532816980790601024</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-09T09:59:17.366-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Ss9rYeQ44ZI/AAAAAAAAAKI/fAb0DsblVms/s1600-h/rosarium+philos+oficial.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 278px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Ss9rYeQ44ZI/AAAAAAAAAKI/fAb0DsblVms/s400/rosarium+philos+oficial.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390645347170705810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Ss9rYI0Bd5I/AAAAAAAAAKA/1RB7eCKwPvY/s1600-h/Cartaz_fragilOficial.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 317px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Ss9rYI0Bd5I/AAAAAAAAAKA/1RB7eCKwPvY/s400/Cartaz_fragilOficial.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5390645341412489106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-532816980790601024?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/blog-post.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_ObC7MvDitvE/Ss9rYeQ44ZI/AAAAAAAAAKI/fAb0DsblVms/s72-c/rosarium+philos+oficial.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-8196757264205548893.post-1936421888610031902</guid><pubDate>Fri, 09 Oct 2009 16:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-09T09:53:55.207-07:00</atom:updated><title></title><description>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Princípio do prazer imediato. Ansiedade pela realização e preenchimento de um vazio, por outros - pelo Grande Outro. Figuras, imagens, ilusões. Eterna incompletude. Sonhar com o idílico e acordar com os monstros. Ir, voltar, pendular. Breviedade, tirania do tempo, devoração da carne extensa. Infiltrações intensas. Sabotagem. Negação. Barganha. Aceitação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;E ainda afirmam que viver pode ser belo...&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8196757264205548893-1936421888610031902?l=corpoconceito.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://corpoconceito.blogspot.com/2009/10/principio-do-prazer-imediato.html</link><author>budanioray@gmail.com (Seminário Avançado: O Anticristo na Sala de artes. Linha de Pesquisa 09 - Filosofia da Diferença e educação)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item></channel></rss>